quarta-feira, 14 de abril de 2010

10º Encontro do Gestar II Língua Portuguesa Realizado na Escola Pe. Nicolau Pimentel Limoeiro

O décimo encontro do Gestar II, foi realizado no dia cinco de dezembro de dois mil e nove. Iniciamos o encontro dando as boas vindas através da música Comida cantada pelo Conjunto Titãs. Em seguida houve a socialização das Atividades do Avançando na Prática vivenciada pelos cursistas em suas turmas do ensino fundamental. para introduzir o estudo da Unidade 24 do TP 6 utilizamos a técnica da tempestade de ideias com as perguntas: Nossos alunos leem? Com que frequência?
Ouvimos alguns depoimentos os quais se concentraram nas seguintes respostas:'” Nossos alunos leem , sim. Mas só o que lhes interessa.” Eles leem o que querem ler, quando algo lhe chama a atenção, quando algo lhes desperta a curiosidade.. Quando se trata de uma obra literária, é mais difícil, Esse habito não foi construído, por isso sentem mais dificuldade.” Em seguida lemos o seguinte texto da professora Maria Antunieta Antunes Cunha: “ Uma das causas de nossos alunos lerem pouco e mal está na deficiência de leitura do professor e em equívocos, no tratamento da leitura literária na escola.”. Baseado nesse texto perguntamos: Você concorda ou discorda dessa afirmação? Por que?Alguns professores não expressaram sua opinião, outros descordaram e lançaram tão somente sobre o aluno a responsabilidade de lerem pouco e mal.Em seguida passamos a estudar e discutir coletivamente o assunto das páginas 176,177 e 178 do TP 6 , que trata(1) da importância da leitura do texto completo e do livro inteiro e (2) o papel da leitura literária na formação da pessoa.
Demos uma paradinha para o lance.

Reiniciamos as atividades com um trabalho em grupo com o seguinte comando: Apresente aos colegas uma obra literária que já tenham trabalhado na escola  e discutam a melhor forma de trabalhar tal obra percebendo a adequação para a série de cite a forma de motivar a leitura da mesma.
Foi uma atividade bastante significativa, pois cada grupo adquiriu com outro grupo uma forma diferenciada de motivar os alunos a lerem determinadas obras.
Momento de estudo em grupo
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                                                                    Socialização das Atividades


José Edson,Selma Vasconcelos, Luciano Machados , Ana Lúcia e Joseilda 


Confraternização – Amigo Secreto


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Professora Eronita dando depoimento da mudança que o Gestar II trouxe aos seus alunos e a si mesma.


Momento de Confraternização -  Almoço

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Laise Oliveira de Amorim Formadora Estadual de PE

segunda-feira, 12 de abril de 2010

9º Encontro do Programa Gestar II - Rede Estadual - Escola Pe. Nicolau Pimentel Limoeiro PE

O 9º Encontro do Programa Gestar II foi realizado no dia 09 de dezembro de 2009 na Escola Pe. Nicolau Pimentel em Limoeiro PE. Iniciamos o encontro dando as boas vindas através de uma mensagem natalina em pow point. Em seguida os cursistas socializaram suas experiências no desenvolvimento das atividades do Avançando na Prática. Seguindo a ordem do dia iniciamos o estudo da Unidade 22 do TP 6 : Produção textual: planejamento e escrita ( seção 1) . Para introduzir o assunto instigamos os cursistas a falarem sobre o planejamento que os mesmos fizeram para o dia de hoje.daí surgiu o assunto Planejamento da escrita usamos a imagem de uma mão aberta para exemplificar como podemos simplificar a forma de planejar um texto.


Então,relembramos as funções da linguagem apresentadas através de slides, recebendo as inferências dos presentes. Para confirmar o estudo pedimos a realização individual da atividade da página 80, (letra i ) , em seguida solicitamos a socialização da mesma.

Prosseguindo com a agenda do dia, colocamos alguns textos (gravuras, imagens, poemas, letra de música, fotos...com assuntos diversos) espalhados sobre as mesas para quer os cursistas tivessem a oportunidade de observar, comentar, analisar e comentar o que viam e liam .

Momento de Construção do Poema

Severina Maria                                             Aledissandor e Gilvania


Selma e Iris                                             Fernando e Milton


Após esse momento pedimos que os mesmos construíssem um poema sobre o assunto que mais lhe chamou a atenção ou que tinham alguma relação com eles mesmos; em seguida cada um fez a declamação de seu poema.
Grinaura  Lima                                         Marleide Ferraz





         José Edson  Moura                                 Verônica Sousa

Foi um momento muito, muito agradável, riquíssimo, cheio de inspiração. Muitos cursistas admiram-se consigo mesmo por não saberem que eram capazes de construir poemas tão belos. Ao final desse relatório os poemas serão publicados .


Demos uma parada para o lanche.

Após o lanche estudamos coletivamente as páginas de 82 as 84 e de 87 a 91.

Momento de Almoço.

Iniciamos a segurada parte do dia com a leitura deleite: A estranha beleza as língua portuguesa.

A ESTRANHA BELEZA DA LÍNGUA PORTUGUESA




Este texto é dos melhores registros de língua portuguesa que eu tenho lido sobre a nossa digníssima 'língua de Camões', a tal que tem fama de ser pérfida, infiel ou traiçoeira.



Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:

*Compatriotas*, *companheiros*, *amigos*! Encontramos-nos aqui, *convocados *, *reunidos* ou *juntos* para *debater*, *tratar* ou *discutir* um *tópico*, *tema* ou *assunto*, o qual me parece *transcendente*, *importante* ou de *vida ou morte*.

O *tópico*, *tema* ou *assunto* que hoje nos *convoca*, *reúne* ou *junta* é a minha *postulação*, *aspiração* ou *candidatura* a Presidente da Câmara deste Município.



De repente, uma pessoa do público pergunta:



- Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa?



O candidato respondeu:



- Pois veja, meu senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que estão aqui; a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele alcoólico, ali deitado na esquina.



De imediato, o alcoólico levanta-se a cambalear e 'atira':



- Senhor *postulante*, *aspirante* ou *candidato*: (hic) o *facto*, *circunstância* ou *razão* pela qual me encontro num estado *etílico*, *alcoolizado* ou *mamado* (hic), não *implica*,*significa*, ou *quer dizer* que o meu nível (hic) cultural seja *ínfimo*, *baixo* ou mesmo *rasca* (hic). E com todo a *reverência*, *estima* ou *respeito* que o senhor me merece (hic) pode ir *agrupando*, *reunindo* ou *juntando* (hic) os seus *haveres*, *coisas* ou *bagulhos* (hic) e *encaminhar-se*, *dirigir-se* ou *ir direitinho* (hic) à *leviana da sua progenitora*, à *mundana da sua mãe biológica* ou à *pu*a que o pariu*!





Em seguida, passamos a estudar a seção 2 da unidade 22: O planejamento: estratégias.

Instigamos aos presentes com a pergunta: que orientações são repassadas aos estudantes ao propor uma produção textual?

Após os comentários iniciamos o estudo do texto : “ Explorando a escrita” Irande Antunes. O texto foi dividido, cada grupo ficou responsável em estudar e socializar as impressões deixadas. Depois da socialização os mesmos realizaram a atividade 3 da página 107 letra a do TP 6 , onde pede o planejamento para uma sequência didática de aulas de produção textual sobre uma tradição cultural de sua região e /ou cidade. As produções foram elaboradas em grupo apreciadas pelo grande grupo
Trabalho em grupo


Estudo em grupo
Dúvida da cursista                      
Como última atividade do dia passamos para avaliação. No final do encontro contávamos com 18 participantes. Eis as impressões:

Quanto ao Conteúdo: 18 participantes consideraram bom.

Quanto a Metodologia: 18 participantes consideraram adequada.

Quanto a Formadora: 17 consideraram eficiente e 1 considerou excelente

Quanto a Aplicabilidade em sala de aula: todos consideraram possível.

Quanto ao cumprimento da pauta: 04 participantes consideraram regular e 14 consideraram adequada.

Sugestões:

• Manter encontros e atividades dinamizadoras

• Oferecer lanhe à tarde também

• Trazer mais atividades com textos

• Ambiente com mais climatização



Depoimento de România Santos: “ O encontro de hoje foi maravilhoso, pois pela primeira vez criei um poema, meio torto, mas o primeiro de muitos que virão.”

A professora estava muito bem preparada!



Ufa! Hoje o encontro foi bastante dinâmico, houve muito estudo e análise de textos como também a exposição e discussão de idéias. É gratificante perceber o interesse do grupo por tudo que o Gestar II traz. Fiquei muito feliz por conseguir através de uma atividade, despertar a sensibilidade dos cursistas dando-lhes a oportunidade de escrever tão belos poemas.

Laise O. de Amorim Formadora Estadual de PE



Poemas Construídos:

A Evidencia do Afeto



O afeto deve está presente

Em tudo e em todos

Tendo em vista seu poder

De aprimorar mundos, povos e corpos.



Ele é um caminho acessível

Que está ao nosso alcance

Sejamos pobre, rico, jovem velho...

Dar e receber afeto traz um bem constante.



Na Escola ajuda a combater a indisciplina

Ou será simplesmente inquietude?

Quando tocamos nosso semelhante

Afloramento o carinho que é uma bela virtude!



Na família ele é fundamental

Para que no seio se instaure harmonia

Seja entre todos que compõe esse grupo

O importante é fazer do afeto uma sinfonia



Que essa penetre nossa alma, nosso mundo

Tão carente do bom e do bem

Onde pessoas não reconhecem o valor

E a importância que a vida tem.

Gilvânia Interaminense ( Gestar II Escola Justulino Ferreira Gomes)





Viver



O ser humano precisa

De carinho e atenção

A cada momento da vida

Vivido de coração.



Viver já não é fácil

Imagine sem amor

Vivendo sempre sozinho

Sem carinho, sem rancor.



É muito bom encontrar

Um sorriso bem sincero

Um carinho de amigos

E outro que diz” te quero”.



Assim o nosso viver

Torna-se um bênção

Com o outro ao nosso lado

Dando amor e atenção.

Marleide Ferraz ( Gestar II – Escola Antônio Inácio Feira Nova PE)





O Aconchego do Lar



É muito bom sentir

O aconchego do lar

E é na nossa casa

O melhor lugar



Um cantinho só nosso

Para cantar e bailar

Risos e palavras à toa

E sentir o tempo passar.



Lugar nenhum do mundo

Poderá nos proporcionar

O calor humano

Que lá poderemos encontrar.



Toque de amor e carinho

Sutilezas no falar

Sorrisos e carinho

São formas explícitas de amar.

Severina Maria da Silva ( Gestar II escola Justulino F. Gomes Bom Jardim PE)

























O Carinho

8ª Encontro do Gestar II Rede Estadual na Escola Pe. Nicolau Pimentel em Limoeiro PE

Realizamos o 8º encontro do Gestar II no dia 30 de novembro de 2009, iniciamos o encontro com a música Alegria , Alegria como acolhida aos cursistas.Ouvimos alguns relatos das experiências vivenciadas na realização dos Avançando na Prática. Em seguida iniciamos o estudo do TP 2 - Análise Linguística e Análise literária, para introdução ao estudo utilizamos o texto.




RIOS SEM DISCURSO - JOÃO CABRAL DE MELO NETO



Quando um rio corta, corta-se de vez



o discurso-rio de água que ele fazia;



cortado, a água se quebra em pedaços,



em poços de água, em água paralítica.



Em situação de poço, a água equivale



a uma palavra em situação dicionária:



isolada, estanque no poço dela mesma,



e porque assim estancada, muda,



e muda porque com nenhuma comunica,



porque cortou-se a sintaxe desse rio,



o fio de água por que ele discorria.



***



O curso de um rio, seu discurso-rio,



chega raramente a se reatar de vez;



um rio precisa de muito fio de água



para refazer o fio antigo que o fez.



Salvo a grandiloqüência de uma cheia



lhe impondo interina outra linguagem,



um rio precisa de muita água em fios



para que todos os poços se enfrasem:



se reatando, de um para outro poço,



em frases curtas, então frase e frase,



até a sentença-rio do discurso único



em que se tem voz a seca ele combate.



onde o mesmo faz uma comparação entre o rio x poço x palavra x frase.Destacamos a expressão enfreassem.Em seguida fizemos o estudo em dupla do texto A Organização da frase ,( Fonte: INFANTE, Ulisses. textos: Leitura e Escrita: Literatura, Língua e Redação, volume 3 SP: Scipione, 2000, p 56,57 e 58) com inferências e opiniões.

Para exercitar o conhecimento usamos a atividade 7 da página 59 , em grupos de 5 participantes, o Comando da Atividade foi: cada grupo fará a reescrita do texto " O aluno Ideal" na tentativa de orientar os professores para a revisão textual produzidas pelos alunos,que não se constitui apenas de mera correção gramatical e ortográfica a que estamos habituados a fazer.
Após a realização da atividade a mesma foi socializada

Eis o exemplo das produções criadas:

O Aluno Ideal

Os professores parecem achar ideal a criança facilmente controlável. Pesquisas semelhantes, realizadas em hospitais psiquiátricos mostram resultados parecidos, onde os bons pacientes passam tranquilamente a cada plantão.

Os avanços dos estudos psicológicos invadem as salas e fazem os professores aceitar melhor as mudanças de ordem puramente intelectual do que as comportamentais.

Os professores nem sempre declaram sua opinião sobre o comportamento diferente ou agressivo de seus alunos e continuam considerando-os uma espécie de abacaxi.( Marleide Ferraz, Érika Simonne, Irris Oliveira e Fábia Araújo)



O aluno ideal

Sintetizando os dados, os professores acham ideal a criança controlável.

Pesquisas parecidas, realizadas em hospitais psiquiátricos demonstraram resultados semelhantes.

Estudos psicológicos ajudam professores a entender mudanças intelecto comportamentais.

Professores evidenciaram agressividade nos alunos comparando-os a um abacaxi, difícil de descascar.( Aledissandro Assunção, Luciano Machado, Eronita Cavalcanti, Vera Lúcia Barros)

Demos uma paradinha para o lanche. Reiniciamos o encontro coma leitura deleite " Ponta da Língua."

Passamos para o estudo da Unidade 8 Linguagem figurada, a qual foi exposta através de slides. Para exercitar, sugerimos a criação de um texto utilizando um gênero adequado, usando uma das figuras de linguagem destacando para a metáfora. Após a construção, os mesmos foram socializados, foi um momento muito agradável de percepção da boa construção textual desenvolvida pelos cursistas.
                                                                       
                                                                Maria Gomes e Gilvania

Iria e Fábia                                                                                              Leila e Artine
         
       Vera Lúcia e Aledissandro

Em seguida passamos para a avaliação do encontro e avisos pertinentes para o momento.


Encerramos o encontro com a música Alegria, alegria.

Para avaliar o encontro solicitamos:1. Com o encontro de hoje estou me sentindo assim...( desenho de si mesmo)2. Por que:

Aí estão algumas avaliações:

• Porque acredito no Gestar;

• Porque estou aprendendo um pouco mais e isso tudo está sendo muito válido para minha profissão;

• Porque é bom trabalhar em equipe dando opiniões, trocando ideias e compartilhando nossos conhecimentos;

• Porque é uma oportunidade de renovar as ideias e reciclar a prática pedagógica através das sugestões apresentadas;

• Porque percebi ações novas;

• Porque cada dia que passa , este Gestar , nos dá suporte dinâmico que vão aumentando nossa capacidade de dar aulas. Parabéns!

• Porque me sinto mais leve e solta, pelo acúmulo de experiências e sugestões;

• Porque percebo que nem sempre a prática pedagógica que uso é a mais correta;

• Porque tô me sentindo iluminada, pelas ideias de atividades apresentadas;

• Porque estou mais leve, mais tranquila, mais segura perante meus alunos. As atividades realizadas foram maravilhosas.

• Depoimento:" Estava bastante apreensiva, preocupada e nervosa por não ser da área de letras. Mas agora estou entendendo melhor e confiante na minha capacidade de melhorar as aulas de Língua Portuguesa, obrigada, Laise" - Gilvânia Interaminence.



Laise O. de Amorim- Formadora Estadual de PE

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

7ª Encontro do Gestar II na Escola Pe. Nicolau Pimentel Limoeiro PE

Realizamos o 7º Encontro do Gestar II no dia 20 de novembro de 2009.
Durante o mês de outubro não foi possível realizarmos nenhum encontro do Gestar II, a quebra da sequência de encontros desmotivou alguns cursitas.Todavia recebemos mais 14 professores ( da turma 3), a professora Rinalda Arruda não pode mais continuar, daí decidimos unir as turmas para que tais professores não fossem prejudicados. Parte deles ficaram em nossa turma e a outra parte está com a professora Maria José Barros.

  

No primeiro momento do dia, convidamos a todos para um encontro de esclarecimentoe fazermos os encaminhamentos quanto aos novos procedimentos. Eis o momento:

Prof. Lúcia Laureano , coodenadora do Gestar II

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Cursistas atentos às explicações da coodenadora

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Após as explicações apresentadas pela coordenadora do Programa Gestar II na Regional vale do Capibaribe, professora Lúcia Laureano e com as inferências das formadoras Laise Amorim e Maria José barros, as turmas foram conduzidas às suas salas .Percebemos uma certa inquietação por parte de alguns professores porém à medida que as explicações eram dadas , essa ansiedade foi se desfazendo.

Iniciamos o encontro dando as boas vindas em especial aos que se juntaram a nós, fizemos a leitura e o cântico da música Gentileza, cantada por Mariza Monte. Em seguida apresentamos a origem da música e solicitamos que cada um realizasse um gesto de gentileza para com o colega mais próximo. Afinal, gentileza gera gentileza. Foi um momento muito agradável de paz, confraternização e alegria.

Profeta Gentileza

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Em seguida recolhemos os relatórios dos Avançando na Prática e relembramos o que os cursistas precisam realizar no momento à distância em relação a: estudo pessoal, atividades com os alunos ( dos AAAs e TP – Avançando na Prática), postagem no blog.

Em seguida fizemos a introdução da Unidade 4 do PT 1 através de uma conversa informal sobre as influências que a mídia, as pessoas exercem sobre nós e como nós reagimos a essas influências e de que maneira nós também influenciamos os outros. Houve um momento de citações por parte de alguns cursitas. Em seguida distribuímos alguns envelopes com vários textos verbais e não verbais para que os cursitas percebessem o “diálogo “, a “conversa” que existe entre o texto em apreço e o original . Foi um momento rico de troca de experiências .Observem as fotos:

Cristina Portela e João Aires

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EriKa e Eronita

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Verônica atenta à fala de Milton

Continuamos estudando os processos intertextuais que os envolvem: paráfrase, paródia, pastiche além dos processos pontuais como citação, epígrafe, referência e alusão.

Ainda fizemos referência ao Ponto de Vista.

Para focalizar a intertextualidade propomos a leitura do texto “ A Moça Tecelã” Mariza Colassanti) , em seguida a turma foi dividida em grupo. Cada grupo ficou responsável para:

  1. Fazer uma Seqüência didática usando a Intertextualidade,
  2. Fazer a reescrita do texto , do ponto de vista feminino, utilizando o gênero carta
  3. Fazer a reescrita do texto, do ponto de vista masculino, utilizando o gênero cordel

4. Fazer a reescrita do texto, do ponto de vista do narrador, usando o gênero fábula

5 . Fazer a reescrita do texto do ponto de vista de outra mulher, usando o gênero.

fofoca.

Após as produções segui-se o momento de socialização (os textos produzidos encontram-se a baixo).

Artine apresentando o Cordel

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Eronita apresentando a Fábula a Aranha e a Sanguessuga

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Maria Gomes, Elizabeth e Joseilda – Seqüência didática usando a intertextualidade.

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Em seguida demos alguns avisos e informes e passamos a exibir o filem Narradores de Javé, após a exibição os cursistas por grupo de escolas responderam as questões para análise do filma:

1.O que significa fazer o papel de escriba?

2.Qual o papel do escriba naquela comunidade?

3.Analise os traços de oralidade daquela comunidade.

4. Analise o processo de construção de escrita do personagem que faz o papel de escriba.

5. Qual a relação entre oralidade e escrita?

6. Analise as práticas de letramento daquela comunidade.

7. Como você percebe a relação entre ser alfabetizado e ser letrado no contexto do filme?

8. Em que atividades práticas, no contexto da sala de aula, você exerce o papel de escriba?

9. Qual a importância do escriba na construção da leitura e da escrita?

Após recolhimento das respostas, fizemos a avaliação do encontro e o demos por encerrado.

A avaliação foi baseada nas seguintes perguntas:

1. O que mais me chamou atenção no encontro de hoje?

  • Apresentação dos trabalhos de grupo baseado no texto “A Moça Tecelã”;
  • O filme Narradores de Javé;
  • A música Gentileza de Marisa Monte;
  • A criatividade dos professores na produção de textos usando a intertextualidade;

2. Que desafios levo para meu trabalho?

  • Desenvolver um trabalho da melhor forma possível diante das limitações no processo ensino aprendizagem;
  • A prática da escrita e fazê-los entender a importância da mesma na vida social;
  • Fazer das aulas um espaço de construção onde aprendizagem flua naturalmente;
  • Mostrar aos alunos a importância da leitura e escrita;
  • Fazer um trabalho voltado para o desenvolvimento do estudante;

Produções realizads pelos cursitas

Comando: Elabore uma Oficina de Reescrita Textual , usando o Gênero Carta.( baseado no texto A moça Tecelã de Mariza Colassanti)

   Limoeiro, 20 de novembro de 2009.

                                       Querido Fernando, tudo bem?

Resolvi tecer um amigo com o qual pudesse me comunicar e desabafar os últimos acontecimentos ocorridos em minha vida.

Numa destas manhãs de tear, a solidão bateu em minha casa em uma das janelas. Sonhei com um companheiro tecendo-o em meu coração, em seguida, fui mais além, sonhando com filhos que não pude tecer devido às ambições do meu companheiro ao descobrir o poder do meu tear.

Pois, o tal me fez escrava, passando a tecer apenas meus sonhos, esquecendo de mim mesma, fiquei aprisionada por minha própria criação.

Nem tudo na vida podemos desmanchar, mas por sorte o meu destino está nos pentes do meu tear. Desmanchei na madrugada tudo que teci, acreditando ser belo e satisfatório a minha vida e descobri que belo é o que temos e muitas vezes não valorizamos. Destruí castelos e bens, descobrindo que para ser feliz, não precisamos de outras pessoas, mas depende dos fios que tecem o nosso amor.

                                                             Atenciosamente,

                                                                     A tecelã

Realizada por: Fábia, Ivaneide, Grinaura,Milton e Verônica

Comando: Elabore uma Oficina de Reescrita Textual do Ponto de Vista do Homem usando o Gênero Cordel.( baseado no texto A moça Tecelã de Mariza Colassanti)

                                        Moço bonito,moderno e descolado

Moço bonito,moderno e descolado

Não importa se é prendado ou estudado

A moça diz: é meu

Oh! Presente o destino me deu.

- Vamos curtir,vamos pra balada

Em pouco tempo já estava casada

- Vamos curtir, vamos pra balada

- Deixe disso mulher, isso é coisa de desocupada.

O tempo passou.

A situação piorou, ficou delicada

Moço bonito,moderno e descolado

Deita na cama e vira de lado

Já não se sentia mais desejado

- Vamos curtir, vamos pra balada.

Se saíam juntos, só de cara fechada

Não brincavam, nem se divertiam

O amor de antes já não sentiam

Agora só ele quem sai pra beber e se soltar

A mulher fica sem dormir

E na cama começa a chorar

O tempo passou.

O sonho voou

Deixou a ilusão

Não tinha outra solução

O casamento acabou

Quando num cartório

O papel da separação

O tabelião assinou.

 
 

Produção construída por:Cristina Portela, Carmem Lúcia, Artine José, Ana Lúcia Silva, Edeny Vasconcelos

 
 

Comando: Elabore uma Oficina de Reescrita Textual do Ponto de Vista do Narrador , usando o Gênero Fábula.( baseado no texto A moça Tecelã de Mariza Colassanti)

Era uma vez uma aranha que vivia a tecer belas teias de tudo que ela precisava.Tinha uma vida tranqüila. Perto de onde trabalhava havia um bichinho chamado sanguessuga deitado sobre uma pedra, só na mordomia. A aranha percebeu que o bichinho vivia sozinho também e resolveu imediatamente tecer o seu companheiro com muito carinho e capricho.

Aos poucos o sanguessuga foi aparecendo tão formoso quanto um príncipe . De repente, houve uma batida na porta e sem se anunciar entrou na sua vida.E neste dia, sonhou com filhos que teceria para a sua maior felicidade.

Foi feliz durante muito tempo até que o homem na sua ambição queria todas as coisas que o tear podia lhe dar e foi assim que esqueceu os filhos que a aranha podia ter. A casa foi tecida e tão colorida quanto os quadros de Romero Britto. Mas sua ambição crescia e ele queria mais e mais. A casa seria um palácio. A aranha teve trabalho dobrado e não tinha tempo para descansar.

O ambicioso sanguessuga não parava de tecer e exausta teve saudade de sua solidão e de repente mais que de repente começou a desfazer seu tecido.Desteceu o desejo do sanguessuga e novamente se viu na sua casa pequena, e sozinha finalmente conseguiu sorrir para o mundo

Ao final da noite ela já desfazia o desenho dos sapatos escuros do marido impedindo-o de se levantar. E, apressadamente a aranha desfazia todo o seu desenho. Com o sol nascente ela escolheu uma linha clara tecendo assim a luz além do horizonte

Moral da história: “ Antes só do que mal acompanhada”

Construção realizada pelo Rosanea Santos,Leila Lima,João Batista Mendonça,Eronita Cavalcanti,Érika Simonne Silva

Comando: Elabore uma Oficina de Reescrita Textual do Ponto de Vista da Mulher , usando o Gênero Fofoca.( baseado no texto A moça Tecelã de Mariza Colassanti)

Mai tá veno tu muié

Aquela pobe Isabé

Sonho tanto em si casá

Qui chegô a dirmaiá

Poi depoi da ilusão

Das coisa quela fazia

A pobe ficô na mão

Sem te mais aligria

Eu e tu é que é filiz

Nem sonho, nem ilusão

Isso a gente num quis

Nem ficar na escuridão

Ela tanto que sonho

Até palácio construiu

Tudo isso dealizô

O home veio e num viu.

Todo trabai foi em vão

Nada pra ela sirviu

Tomo sua decisão

Qui aquela situação

Tinha mermo qui acabá

Pois o proveito não viu

Diante do qui ela montô

Se sintiu na obrigação

Qui aquela disilusão

Fria ali terminá.

Começo a dismanxá

Toda sua constução

Não se preocupô com as riqueza

Prifiriu a solidão.

Isso servi pra eu e tu

Dá valo a ficar só

E pará com nossa língua

Pra ser pessoa mio

Se não vamo fica como ela

E morrê no caritó.

Construído por: Ana Lucia Oliveira, Vera Lúcia Barros, Valéria Lira, Luciano Machado e Aledissandro Almeida

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Produção Oral

Maria do Carmo e Selma apresentando uma Locução esportiva , usando o medicamento Luftal



6º Encontro do gestar II em Limoeiro PE

Erika e Iris, companheiras de estudo!